
Quando pensamos nos motivos que levam um idoso ao pronto-socorro, logo imaginamos quedas, problemas cardíacos ou infecções respiratórias. No entanto, existe um inimigo silencioso que lota os hospitais todos os dias e que pode ser evitado com um simples copo de água: a desidratação.
A água é o combustível das nossas células, mas, à medida que envelhecemos, a relação do nosso corpo com a hidratação muda drasticamente. O que para um jovem é apenas uma sede passageira, para um idoso pode ser o gatilho para uma confusão mental aguda (delirium) ou uma falha renal.
Neste artigo, explicamos por que a terceira idade é tão vulnerável à falta de líquidos, quais são os sinais de alerta que a família deve observar e como tornar o ato de beber água mais fácil e seguro.
O corpo de um bebê é composto por cerca de 80% de água. Já no corpo de um idoso, essa proporção cai para cerca de 50%. Com menos "reservas" de líquido, qualquer perda (seja pelo suor, respiração ou urina) tem um impacto muito mais rápido.
Além dessa mudança natural, existem três fatores que afastam o idoso do copo de água:
Esperar o idoso reclamar de sede ou de boca seca para oferecer água é um erro perigoso. Quando a sede aparece, o processo de desidratação já está avançado. A família precisa estar atenta a sinais mais sutis:
Tentar forçar um idoso a beber dois litros de água pura por dia costuma gerar atrito e frustração familiar. O segredo é fracionar e inovar na oferta.
Algumas estratégias podem ser replicadas em casa para facilitar o dia a dia:
Cuidar da hidratação é o cuidado preventivo mais barato e eficaz que existe. Manter o corpo hidratado é garantir que os rins filtrem as toxinas, que os remédios façam o efeito correto e que a mente do seu familiar continue lúcida e presente.
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